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Os óculos são dispositivos ópticos utilizados para a compensação de ametropias, e/ou proteção dos olhos, ou ainda por motivos estéticos, utilizados na parte superior da face, próximos aos olhos, mas sem entrar em contacto físico com estes, constituídos geralmente por duas lentes oftálmicas e uma armação.

Atualmente, quase todos os modelos de óculos são usados diante do rosto repousando sobre o nariz e orelhas.

A palavra óculos surgiu com o termo ocularium, na Antiguidade Clássica. O termo era utilizado para designar os orifícios das armaduras dos soldados da época, que serviam para permitir que os mesmos vissem.

Somente no século I d.C surgiram as primeiras lentes corretivas, que eram feitas com pedras semipreciosas cortadas em tiras finas e davam origem aos óculos de grau para perto.


O Apóstolo dos Óculos por Conrad von Soest.


Contudo, foi somente em torno do ano 1000 d.C. que o matemático árabe Alhazen formulou uma teoria sobre a incidência de luz em espelhos esféricos e como isso reagia no olho humano. Os monges eram, sobretudo, os mais beneficiados com o objeto, por passarem horas trabalhando nas grandes bibliotecas da Europa. Em 1270, na Alemanha, foram criados os primeiros óculos com aros de ferro e unidos por rebites. Eram semelhantes a um compasso, porém não possuíam hastes.

Os modelos que foram mais usados no século XV eram o Pince-nez e o Lornhons. Porém, eles ainda não possuíam hastes fixas, sendo que a mesma só passou a surgir no século XVII, e era usada para se apoiar às orelhas.

No Brasil, os óculos surgiram no século XVI, com a colonização portuguesa, e eram usados principalmente por religiosos (em sua maioria jesuítas), funcionários da coroa portuguesa, colonos abastados e homens de letras.

Uma antiga referência histórica sobre a existência dos óculos remonta aos antigos egípcios no século V a.C., que retratam lentes de vidro sem grau.

As primeiras referências sobre a existência óculos bifocais datam de 500 a.C. e foram encontradas em textos do filósofo chinês Confúcio. Nessa época, eram apenas um adereço pessoal. As lentes eram de vidro, mas não tinham grau.

Foram as experiências em óptica de Robert Grosseteste e seu discípulo Roger Bacon que levaram à invenção dos óculos modernos. Em 1284, as guildas de Veneza já os mencionavam e durante o século XIV o fabrico de óculos popularizou-se por toda a Europa. Nem sempre os óculos foram fabricados com a forma com que são conhecidos hoje em dia. No século XIX era possível encontrar com mais facilidade que hoje os monóculos (apenas uma lente oftálmica) e, também, as lentes sem armação.

Em 1785 Benjamin Franklin inventou os primeiros óculos bifocais, com duas lentes a frente de cada olho unidas pela armação, possibilitando enxergar de longe e de perto em um único acessório. 

Graças à utilização de matérias-primas mais baratas para sua produção e o grande avanço da tecnologia, hoje em dia existem os mais variados tipos de óculos, de diferentes tamanhos, cores, estilos, e para os mais variados gostos.

Armações de óculos

Óculos Aviador
Enquanto que os primeiros óculos eram usados principalmente para auxílio da leitura, hoje em dia os óculos são mais do que simples próteses de correção de deformidades visuais, sendo que, são agora um dos principais acessórios de moda das sociedades modernas.

Estima-se que, a cada dia que passa, centenas de novos modelos de armações de óculos sejam lançados no mercado em novas cores, designs e materiais.

Nas décadas de 1920 e 1930 e após a Primeira Guerra Mundial, a indústria de aviões, que primava pela construção de aeronaves modernas e capazes de alcançar altitudes impressionantes para a época, crescia de forma constante. Os pilotos eram prejudicados pela claridade excessiva do sol sobre as nuvens e sofriam distorções visuais.

A força aérea dos Estados Unidos encomendou à Baush & Lomb (empresa óptica americana fundada em 1849) lentes especiais para combater os danos criados pelos raios UV. Foram cerca de dez anos de pesquisas, mas finalmente foram criadas as lentes verdes de cristal especial capaz de reflectir e bloquear um alto nível de luz solar, além de proteger contra os raios ultravioleta e infravermelhos.

O design foi inspirado nas primeiras máscaras criadas para pilotos de avião. Foi baptizado como Anti-Glare Aviator e somente em 1937 passou a ser chamado de Ray Ban (do inglês Ray-Banner ou Raios Banidos), ganhou armação dourada e as ruas do mundo inteiro. Mas foi através do cinema que o Ray Ban obteve grande sucesso. Desde 1999, a marca pertence à empresa italiana Luxottica Group Spa.

Antes da explosão fashionista do aviador, outros modelos já roubavam a cena nas ruas e passarelas do mundo inteiro. As primeiras peças a se tornarem febre entre o público foram os óculos redondos, originados na década de 1920, e que retornaram depois na década de 1970 pelo estilo de John Lennon e Ozzy Osbourne.


A década de 1950 também foi responsável por trazer à tona outros designs. Querido entre as celebridades, o modelo Wayfarer foi um dos destaques da época, tudo devido ao seu visual ousado para a moda atual. Personalidades como Bob Dylan e Audrey Hepburn são apenas alguns dos responsáveis por popularizar o modelo.

Similar a uma máscara de carnaval, a armação gatinho, ou arlequim, foi outro fruto do período. Constantemente usado por pin-ups, o modelo era destaque por seu desenho inovador e, é claro, por ser um dos óculos favoritos de Marilyn Monroe. O sucesso da armação foi tanto que gerou posteriormente outro modelo similar, os óculos borboleta. Este, por sua vez, alcançou o seu ápice pelos olhos e estilo de Jackie Kennedy.

Muito destes se reinventaram ao longo dos anos, já outros foram criados do zero. A proposta para cada um sempre é beneficiar o estilo e conforto de todos os rostos. Entre os estilos ainda presentes no mercado existem também o retangular, oversized e quadrado.

Observou-se: (“um óculos”) é popular no português brasileiro.

O fato de ser disseminada não a torna menos errada, claro. No entanto, quando um desvio normativo é tão comum, sempre vale a pena tentar compreender por que ele ocorre, a lógica alternativa que o comanda. Não se trata de “justificar” nada, mas de tentar compreender. Compreender é mais difícil – mas muito mais proveitoso, inclusive para quem só vê no desvio um erro a ser corrigido – do que simplesmente condenar.

(E antes que venham denunciar, como fizeram alguns leitores nos comentários do recente post sobre “obrigado/obrigada”, o germe do fim do mundo – ou da civilização ocidental, ou do português, ou no mínimo do Brasil – contido em tal postura, observo que a histeria é o vírus ebola da inteligência. Sim, nossa educação vai de mal a pior. Sim, nossa língua merece ser tratada com mais carinho por todos nós. Mas não, o apocalipse não vai começar com “um óculos”.)

“Óculos” é representante de um tipo de substantivo que os gramáticos classificam como pluralia tantum, expressão latina que significa “apenas plurais”. São palavras que levam o plural em sua formação, embora se refiram a coisas singulares – na verdade, pares simétricos. Além dos óculos, encaixam-se nessa categoria as calças, as cuecas, as tesouras…

A língua popular, especialmente a que se fala no Brasil, não gosta muito de pluralia tantum: afinal, se o objeto é um só, por que não singularizá-lo? A calça, a cueca e a tesoura, no singular, são formas que os falantes encontraram – todas já dicionarizadas e admitidas na língua culta – de driblá-lo.

Por que os óculos tiveram destino diferente? Provavelmente porque, enquanto ninguém imagina a peça de vestuário de um perneta ao ouvir falar em “uma calça”, nem a metade inútil de um instrumento cortante ao ler sobre “a tesoura”, “o óculo” sugeriria um monóculo, 50% do objeto referido. A solução foi abraçar despudoradamente a discordância numérica: “o óculos”.

Erro crasso, sem dúvida. Onde já se viu singularizar o plural? Bom, tudo indica ter sido exatamente o que se deu com o substantivo “pires”, que ninguém estranha, mas essa é outra história.

 

 

 Escolher um par de óculos é uma dificuldade que muitas pessoas encontram e exige paciência e tempo. Afinal, existe o modelo ideal para cada pessoa?

A primeira dica é experimentar vários modelos e não levar em consideração apenas a beleza. Por exemplo, ao escolher seu par de óculos, sua pupila deve estar centralizada no desenho da armação, como um alvo. O apoio do nariz deve encaixar bem e não marcar a pele, caso contrário, os óculos estão no tamanho incorreto. Observe também que o ideal é que as sobrancelhas nunca fiquem escondidas pela lente.

 

Os modelos de óculos e o formato do rosto

Atualmente, existem no mercado vários modelos de óculos: aviadores, retangulares, redondos, quadrados e muitos outros. Fique atento ao formato do seu rosto e aprenda a escolher o par de óculos correto para usar.

Basicamente, existem 4 tipos de formatos de rosto. Para os rostos quadrados, os óculos arredondados e ovalados são os que mais se ajustam. Já as pessoas que têm o rosto redondo, devem procurar por óculos com armações retangulares ou quadradas.

O rosto oval é o mais fácil de combinar: tanto os óculos com formatos arredondados quanto os retangulares se encaixam bem. No caso dos rostos triangulares, com queixo mais fino, os tipos mais adequados são os aviadores e os ovalados embaixo.

 

Outros detalhes importantes na escolha dos óculos

Outros detalhes também podem ajudar na escolha do melhor par de óculos. A cor da armação, por exemplo, pode ser escolhida de acordo com a cor da sua pele e do seu cabelo. Se você tem cabelo loiro, a armação ideal do seu rosto deve possuir tons escuros ou coloridos. Se o seu cabelo for escuro, procure armações de metal preto. Para as pessoas com cabelos ruivos, os tons preto, vinho e vermelho Ferrari são ideais para a sua armação.

Caso você utilize barba, uma armação com aparência mais leve pode suavizar sua aparência. Mas, por outro lado, uma armação de acrílico em tons escuros ou com um formato pouco convencional pode levar a um estilo marcante e ousado.

Agora que você conferiu algumas dicas que podem ajudar você a escolher os óculos ideais, não precisa mais ficar perdido diante dos inúmeros modelos disponíveis. Independente da sua opção, o importante é se sentir bem e colocar seu estilo na escolha dos seus óculos.

 Crianças adoram brincar com os óculos solares dos adultos e fazer poses para as fotos do verão. Curiosamente, não é comum vê-las usando sua própria proteção na praia.

A radiação ultravioleta afeta a acuidade visual infantil não exatamente pela pouca idade, mas na mesma medida em que elas são expostas. Os efeitos nocivos podem aparecer a curto prazo – fotofobia, queimaduras nas pálpebras, fotoceratite – e a médio e longo prazos – degeneração macular.

Para prevenir tais efeitos os óculos solares para crianças podem ser úteis, e existem muitos modelos disponíveis nas óticas que divertem e protegem os olhinhos. Devemos apenas lembrar que é necessário ter o mesmo cuidado na compra do modelo infantil como temos com o adulto: 100% de proteção UVA/UVB.

E atenção para as cores das lentes, pois se forem muito escuras elas farão com que as pupilas se dilatem para receber mais luminosidade, e assim oferecer uma visão melhor do ambiente. Consequentemente, a estrutura ocular ficará ainda mais exposta aos raios prejudiciais, principalmente quando as lentes não têm proteção adequada.

Dê preferência às lentes de cor marrom ou cinza, e armações produzidas com materiais hipoalergênicos.

Crianças com até três anos ficam bem protegidas usando apenas bonés ou chapéus. Não podemos esquecer que nesta idade elas estão aprendendo a enxergar, sendo assim, o uso de óculos escuros por um curto período de tempo não fará mal algum. Porém, o uso exagerado pode interferir na forma como o sistema ocular recebe as informações sobre as cores do ambiente, causando uma percepção incorreta.

Este aprendizado é muito acelerado de 0 a 1 ano, completando-se aproximadamente aos 12 anos (para alguns estudiosos somente aos 25 anos temos a sensibilidade visual completa).

Tanto para a saúde ocular quanto para a saúde da pele, devemos estar fora da exposição solar, nos horários inadequados para esta exposição. Ou seja, nos horários acima de 9 horas da manhã e abaixo das 16 horas da tarde.

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Miragem é marca registrada de Grupo GP Marketing Ltda.
Nossos produtos passam por um rigoroso processo de qualidade visando garantir os mais altos padrões industriais.


 Os óculos miragem são garantidos contra defeito de fabricação. Consulte seu revendedor preferido.

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